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Special Things by Me

Um blog sobre ser mãe, mulher e esposa. Um blog sobre os desafios da maternidade, sobre alimentação especial, um blog sobre tudo e sobre nada.

Special Things by Me

Um blog sobre ser mãe, mulher e esposa. Um blog sobre os desafios da maternidade, sobre alimentação especial, um blog sobre tudo e sobre nada.

Sempre o mesmo

Todos os anos chega o princípio da Primavera e começamos a ouvir as campanhas ridículas, tenha o seu corpo de verão, ou operação bikini. Primeiro o machismo destas campanhas, são sempre mulheres que aparecem. Depois porque não operação calção de banho e depilação das costas e barriga. Se a coisa que a mim me mete dó nem é ver uma mulher com alguns kilos mas sim homens macaco. Mas não neles é tudo natural. O homem que chegue aos 30/40 anos sem barriga de 8 meses e pelos por todo o corpo não é homem é larilas só pode. Não sou a favor das campanhas de verão, cada um pode ir como quer desde que não ofenda ninguém mostrando o que é privado. Mas se existe campanhas porque não usam o homem macaco com pneu xxl? Agora podem vir dizer ah é pela saúde das pessoas, errado é para vender suplementos, inscrições em ginásio, tratamentos de estética, soluções milagrosas. Do tipo vai ficar aqui como a menina do anúncio toda cheia de Photoshop em menos de nada. Se é para o nosso bem as campanhas não podem ser publicitárias mas sim do ministério da saúde, devem de durar o ano inteiro e incidir sobre todo o sexo e gerações também. Bolas quantos adolescentes vejo a lanchar fast food. Tal como o tabaco a obesidade e má alimentação tem consequências para a saúde e como consequência aumento de dinheiro dos contribuintes para tratar estes doentes, diabetes, colesterol alto, tensão alta, problemas cardíacos, problemas venosos e um fator de risco para o cancro gastrointestinal. Se com o esforço e campanhas tem se conseguido uma diminuição do cancro do pulmão, menos fumadores e menos fumadores passivos....porque não por a porta de restaurantes ditos fast food imagens de pessoas extremamente obesas que vivem fechadas em casa, presas a uma cama e com um ventilador para poder respirar. Pode parecer exagero, exagero acho eu quando vejo crianças com menos de 5 anos agarrados a pacotes de batatas fritas, ver mães darem isso nos parques como lanche. A minha filha sim come doces mas raramente. Cereais são os de adulto ricos em fibra e com pouco açúcar. Se lhe disserem para ir escolher os cereais dela ela nem olha para os infantis cheios de açúcar. Sim gosta de bolachas de chocolate, mas se lhe der bolachas de pipoca está nas suas sete quintas. Já a vi recusar n vezes bolos depois de provar porque são muito doces. Diz coisas como isso faz mal a barriga. Adora batatas fritas normais de pacote, mas já ouvi recusar mais de um familiar e dizer sabes que isso faz mal a barriga. É uma criança equilibrada tem acesso a doces, traz doces da escola e partilha com os pais e não come tudo num dia. A algum tempo o pai comprou um kinder, por ter ido tantas x ao médico....Primeiro teve de comer tudo, e o dito ovo esteve a manhã toda a olhar para ela. Nada de birra, abrimos o ovo e dissemos tens de dar um bocadinho ao papá e a mamã e ela olha para as duas metades e dá uma ao pai e outra a mim, olhos tristes mas nada de lágrimas, mostramos que podia dividir de outra forma. A M é aquela criança que mais depressa come um prato de sopa do que arroz e carne. Prefere peixe, adora douradinhos mas n come nada se lhe levarem ao Mac ou a comer pizza. Escolhe arroz a batata frita imensas vezes. Adora gelados. E já tive que ameaçar tirar brócolos do prato porque não comia o peixe. Dizem que isso passa e vai ficar esquisita, pode ser que sim, mas o que vejo são os outros filhos da mesma idade da M recusar sopa mesmo passada, não ver sequer um legume no prato e a devorar a carne a uma velocidade....peixe o que é isso. Se a M come sopa todos as refeições não até porque sabemos que raramente come o segundo prato todo se tiver comido sopa. Vou usando leguminosas na sopa, e tem dias que sou dou o segundo prato com legumes para ela comer proteínas. Tem dias que nem sopa ou segundo vai, mas em minha casa somos simples, tentamos que coma, não quer vai para a cama sem comer e não vê televisão ou brinca. Não há forçar a comer, nem obrigar a comer, pedimos sempre que prove primeiro....Pode dizer que não gosta mas prova sempre, e foi assim que após um ano começou a comer ovo. E essa é outra teoria, pais de bebés ofereçam comida sólida perto de um ano....dêem primeiro alimentos novos quando tem fome, deixem comer a mão....a sopa dêem depois. Farto de ver meninos com 18 meses que comem sopa passada com carne ou peixe lá dentro....Sim e desculpem quem ficar ofendido as vezes é por ser mais fácil, sim o bebé já come bem a sopa finalmente, se é o progenitor a dar então Maravilha pouca sujidade e fica pronto em 15 min, com fruta passada então é um mimo. Pois eu lembro que foi um drama para a M comer a sopa, só aos 9 meses começou a comer bem. Na escola a auxiliar dela ensinou me a oferecer o segundo primeiro perto dos 10 meses, 11 meses para aproveitar a fome....e sim ela ficava cheia de comida na cabeça, no chão e tinha de tomar banho e eu limpar tudo e sim tinha de fazer três refeições, sopa para ela, comida para ela sólida sem sal e ainda a nossa comida. E agora com outro filho a saga ainda vai ser pior, a M a demorar o seu belo tempo a comer e outro para alimentar. Mas se a coisa que aprender é que está iniciação da alimentação secundaria é tão ou mais importante que o aleitamento, se não for oferecido diversidade de alimentos nos primeiros dois anos de vida dificilmente esse bebé vai aceitar comida diferente. O ovo é prova disso a M nunca comeu ovo até ter mais de dois, e aceitar comer demorou mais de um ano e olhem que é menina de provar se pedirmos, dizia sempre não gosto depois....até ao dia que não lhe pus no prato e estava eu a comer ovos mexidos e ela quis o meu prato e comeu tudo, e já tinha provado ovos mexidos. Agora já come ovo de Boa vontade mas foi preciso um ano e tal. Portanto chega de campanhas publicitárias ridículas e vamos lá ensinar a população a comer bem, porque geralmente quem está obeso nem sequer sabe no que está a falhar...já vi uma pessoa obesa, operada n x às pernas dizer que a nora não sabe cozinhar porque usa azeite e faz comida simples. Não usa banha e não faz batatas fritas, sim na casa desta senhora de 40 anos faz se peixe frito, carnes em banha e batatas fritas todos os dias....o hábito vem desde que os filhos começaram a comer, era mais fácil oferecer a comida que nenhuma criança faz birra....

Dos fogos

Todos os anos ou quase todos os anos a história repete-se, vemos hectares de património florestal a arder, e ano após ano não se muda nada. 

Minto mudou-se para pior, em 1990 o combate aos incêndios era da responsabilidade dos bombeiros e da força área portuguesa. E a pior decisão de todos os tempos supostamente para poupar trocos ao governos e encher os bolsos a outros foi de entregar o combate aos incêndios por via área a empresas privadas com contractos obscenos. 

Já se falou diversas vezes de empresas dessas em tribunal, e o mito urbano que corre é que muitos dos fogos são causados devido a essa fábrica de dinheiro. 

Mas também há a responsabilidade de todos, de mantermos os nossos terrenos limpos, contudo sei que é difícil essa tarefa porque de ano para ano as aldeias ficam com menos pessoas e é mais difícil contratar alguém para limpar os terrenos. 

Depois é culpa de todos nós quando temos terrenos divisos por muitos herdeiros de muitas gerações, ninguém se entende e as tantas já nem se recordam que os terrenos são deles.... como digo é sempre preferível tratar das heranças em vida ou seja doar os bens em vida aos filhos e assim fica logo tudo certo e em nome dos mesmos... 

Depois a culpa do código penal e de termos tantos psiquiatras e psicólogos com um canudo para servir ao balcão de café ou estar no desemprego. 

O rapaz da Madeira já tinha sido suspeito em outras duas ocasiões, mas lá está era só suspeito e não confessou e não havia provas, mas era o que disse ao meu marido, se existe um padrão que tanto psiquiatra referiu o mesmo, porque não submeter os suspeitos aos ditos exames psiquiátricos ou a uma entrevista com o mesmo, só para ver se soa a alerta e se sim dar o devido tratamento e encaminhamento a alguém que pode por em perigo a sua vida e a dos outros. 

Aqui não espera-se que o mal aconteça e o apoio que dão é meter numa prisão (e só as vezes) onde eles de facto estão melhor que em liberdade, porque em liberdade é onde se sentem inadaptados... segundo os psiquiatras são pessoas com baixa escolaridade, pouco adaptados a sociedade, com problemas sociais, isolados e com pouca capacidade para conseguir trabalhar, tem impulsos e ao contrário de pessoas sãs que sabem controlar os seus impulsos, eles não conseguem o que lhes causa ainda mais problemas sociais e mais afastamento da sociedade. Na prisão com cama e roupa lavada.... e como já referiram vários presidiários de repetição, lá dentro não tenho de me preocupar se tenho ou não dinheiro para comer, se vou ficar ou não sem casa. 

Por tanto os problemas são vários, mas resolviam-se muitos se dessem mais apoio e tratamento aos presidiários e se os obrigassem a lidar com os seus problemas de exclusão, e de ter "obrigações" e "responsabilidade". 

Como digo, deveriam todos de terem uma trabalho ou oficio que beneficia-se a sociedade, calçado, vestuário, carpintaria, culinária (serem os próprios a elaborar a sua comida)...  sei que existe a possibilidade de "trabalharem" na prisão mas é só para alguns e ainda por cima recebem dinheiro em troca. Para mim trabalho era obrigatório, e não remunerado era o pagamento pela estadia... e só assim podiam ajudar a sociedade, com lojas do estado com calçado mais barato, vestuários mais em conta e com móveis mais baratos e com "arranjos" de móveis de idosos a custo zero por exemplo. E os com bom comportamento e com acompanhamento judicial, poderiam sair a rua para arranjar a casa de idosos abandonados. 

A Mãe que toda a gente acha criminosa

Eu simplesmente noto nela um amor profundo pelos filhos mas que infelizmente o vício é mais forte que ela. 

Reparem se ela não amasse o bebé não tinha fugido com ele, teve medo que lho retirassem tal como já tinham feito anteriormente. 

Volta ao hospital porque sabe que o bebé não está bem e mesmo arriscando-se a ficar presa, volta e entrega-o em mãos... podia tê-lo deixado em qualquer contentor de lixo ou porta de uma esquadra... mas não volta com ele para o hospital na esperança de saber se ele vai ficar bem.... 

E isto é amor de mãe.... só espero que ela tenha forças suficientes para largar o vício e recuperar a vida e os filhos. 

Maternidade tardia

Desde pequena que me lembro que queria ser igual a minha mãe, ser dona de casa, cuidar dos filhos e estar lá para eles. 

Desde cedo que a sociedade me pressionou para trabalhar e ter uma profissão. 

Depois existiu a pressão de tirar uma licenciatura que dê-se futuro e rendimentos, o pior erro da minha vida, porque assumo hoje que tirei a licenciatura errada. Adorei o que tirei mas em termos práticos serviu para muito pouco. 

Hoje em dia sinto-me como uma allien porque não tenho grande ambição profissional. Não gosto de desafios nem de pressões. Sim gosto de trabalhar e de me sentir útil, mas não gosto das exigências que me fazem que vão para além do meu trabalho, obrigando-me a estudar mais e a despender horas privadas nisso. Em algo que não vai contribuir em nada para melhorar o meu desempenho nem ajudar a produtividade. É o exigir por exigir porque é giro. 

Estou num local de trabalho onde vejo que as pessoas já não ficam pela licenciatura, a seguir é o pós-graduação, mais um mestrado, mais uma pós-graduação... Umas a seguir as outras... propinas para pagar, exigência laboral e o ordenado na mesma. E eu questiono-me sempre que mais valia aqueles conhecimentos lhes trazem a nível profissional. Muito poucos. 

Não sou contra a pessoa querer valorizar-se ou apreender mais ou ter outros conhecimentos. Sou contra quando sinto que as pessoas fazem muitas vezes por pressão. Lembro-me de um dia uma colega dizer que não podia fazer a pós graduação porque financeiramente não conseguia suportar as despesas. Mas ao fim de 2 semanas já se tinha inscrito na dita. 

Vejo médicos e vejo também a mesma exigência a seres lhe imposta, estudos e trabalhos para trás e para diante, enterrem a cabeça nos livros.... será que isso lhes faz deles médicos mais humanos e competentes ou bibliotecas ambulantes?! 

Depois leio este post... e concordo em tudo o que foi dito, que sim noto que tenho uma grande cumplicidade com as médicas que me seguem, porque muitas são mães e algumas a pouco tempo. E acabamos sempre por falar deles e todas nós temos os mesmos sentimos em relação aos nossos filhos. 

Noto mesmo que médicos que já são pais ou foram pais a pouco tempo são muito mais humanos, não me esqueço do meu cirurgião que pediu a equipa dele para vir me operar as 8 da noite, para eu ir ter com a minha filha o mais depressa possível. 

O que será da nossa sociedade se cada vez mais mulheres fruto da pressão da sociedade ambiciosa e materialista, tiverem os filhos cada vez mais tarde. 

Quantas colegas tenho eu com 30 anos e pergunto e filhos queres, sim mas não para agora, ainda tenho muito que visitar e ainda quero avançar mais nos estudos ou na carreira. Eu pergunto e então quando... respondem aos 35 começo a pensar nisso.

Eu só fico a olhar, se tiverem o primeiro filho aos 35 anos, com 10 anos terão 45 anos de idade. Com essa idade tinha a minha mãe quando eu tinha 18 anos e já sentia que havia muita coisa que ela não entendia por já se ter passado muito tempo. Com 20 anos terão 55 anos de idade e os filhos estarão na faculdade, altura em que é preciso maior apoio financeiro dos pais. Os filhos com 30 anos e os pais com 65 anos... bem se reformarem por aqui e surgirem os primeiros netos ainda conseguem os ver crescer durante algum tempo. A questão é que a sociedade se esquece que a fertilidade da mulher diminui bastante após os 35 anos... e já li que diminui a um rítmo de 5 a 10%. E cada vez a mais mulheres novas com problemas a engravidar quanto mais se esperarem até a essa idade. 

Mas parece me que os avós vão entrar em vias de extinção a este ritmo. 

A minha filha tem 2 avós e um avô vivos... e duas bisavós e um bisavô vivo. Mas quantas crianças tem este luxo de ter os avós por perto ou até de conhecer os bisavós?! 

Caso da Liliana

Na altura que os 7 filhos lhe foram retirados tendo ela 10 filhos, já se tinha instaurado uma polémica por que a SS queria a força laquear-lhe as suas trompas. Claro que eu fui ler a notícia e tentar conhecer mais o caso e percebi logo que aquilo era uma jogada das advogadas para obter o apoio da comunidade e revolta popular. 

As crianças tinham sido retiradas, porque as meninas não frequentavam a escola ou faltavam muito e tinha a seu cargo os seus irmãos mais novos. Não tinha vacinas, a irmã de 13 anos estava grávida (de quem?), as condições de higiene e saúde das crianças era muito precárias pois a mãe não trabalhava e o pai casado com outras duas mulheres (ilegal em Portugal) não trabalhava e tinha 3 famílias que sustentar. 

Acham mesmo que os filhos lhe foram retirados por ela não cumprir com o planeamento familiar?! E o planeamento familiar faz parte sim do acompanhamento da SS de famílias carenciadas que vivem somente do apoio do Estado, ora se tendo 10 filhos a situação estava como estava o que fazer se nascem mais?! 

Não havia maus tratos (quem é que engravidou a menina de 13 anos?) provados, mas só se forem os físicos, porque viver sem condições básicas de higiene, saúde e alimentação num país como o de Portugal é considerado sim maus tratos, claro que se forem para África é mais do mesmo... 

Se concordo com elas terem sido retiradas para adopção, não, mas eles lá devem ter os seus motivos, visto que há muitos anos que tentavam melhorar a situação familiar daquelas crianças. 

E não é por ser mulçulmana pois conheço muitos mulçulmanos que a maneira deles cumprem com o planeamento familiar tendo 2 a 3 filhos... 

O mesmo que os católicos devotos já disseram ser possível analisando o calendário menstrual e corrimento vaginal da mulher, se é um método fiável, não de todo, mas quem o pratica não ocorre 10 vez o mesmo erro. 

 

Recuso me a ver o vídeo

... da agressão do rapaz na figueira. Porque é simples o que aquelas tipas (que merecem outro nome) querem é notoriedade, é serem populares, seja qual o motivo qual for, dai que a agressão seja filmada e só divulgada agora um ano após os acontecimentos. Porque simples na cabeça delas sabem perfeitamente que não tem consequencias as agressões físicas gravadas, ninguém vai a tribunal, ninguém vai para uma instituição aprender o que acontece se continuarem assim, violentas e sem nada na cabeça. 

Este caso apesar de ser menos chocante com um filme (com factos verídicos) sobre uma rapariga que não era popular e um dia cai nas graças de um grupo de jovens populares, tudo corre lindamente até descobrirem que ela antes de andar no grupo delas, dizia mal no facebook delas... e então de um modo psicopático convidam-na a casa da líder do grupo e dão lhe tanta mas tanta porrada mas tanta porrada, e depois deixam-na inanimada no relvado de casa para os pais descobrirem... 

Não publicaram o vídeo nas redes sociais, mas quando a rapariga acordou e identificou-as como as agressoras, a polícia e não uma CPCJ (de caca) investigou e pressionando a avó da líder esta descobre e a verdade e encontra o vídeo que é levado a tribunal. E as ditas raparigas vão para a prisão juvenil com reabilitação. 

Sim o que vai acontecer aqui em Portugal, os pais do rapaz ficam em estado de choque e vão mover mundos e fundos para o mudar de escola, mas o estigma vai continuar a acompanha-lo pelas redes sociais... mesmo que ele não tenha será sempre o rapaz que se deixou agredir... as delinquentes, vão ser indicadas pela CPCJ que vai fazer umas visitas a casa dos pais, ver se elas por acaso não vivem num ambiente violento (claro a culpa não é delas) e talvez por um psicólogo que as vê uma x por mês e elabora um relatórios quaisquer e o assunto morre por ai. 

Os outros pais como eu que vêem o vídeo ficam paralisados, com medo de por os filhos na escola.... a minha filha tem 18 meses e eu morro de medo da escola, sofri muito gozo psicológico, sempre existiu... fui vítima de partidas maldosas e amizades maldosas... e fizeram as suas marcas... mas não sofri nada comparado com o que as crianças sofrem, porque para além de sofrerem na escola, e fora dela, em casa continuam a sofrer porque as redes sociais as perseguem. 

A escola devia de ser sinónimo de amizades, aprendizagem e brincadeira, de namoros, e desilusões amorosas.... mas a escola é sinónimo de grupos, inveja, violência, maldade...

 

Eu só espero que a minha filha escape pelos intervalos da chuva, ou que seja como o pai dela sempre adorado por todos, amigo de todos.... 

 

Ah para não dizer que se eu fosse mãe dalguma criatura daquelas, ui que ia sofrer na pele o que o rapaz sofreu, iria pedir-lhe desculpa de joelhos a frente de todos, e depois acabava se a liberdade, nada de tlm, pc só para trabalhos de escola, e não saia da escola sem permissão. Depois iria inscrever em imensas actividades extra-curriculares para ter muito com que se entreter...