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Special Things by Me

Um blog sobre ser mãe, mulher e esposa. Um blog sobre os desafios da maternidade, sobre alimentação especial, um blog sobre tudo e sobre nada.

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Review- verniz gel essence

Tal como referi, com a gravidez de risco e futuramente com um bebé a idas a manicure fazer unhas de gel tornam se complicadas. Horários limitados, disponibilidade financeira. Por isso comprei a base e top coat da essence e um verniz gel deles para experimentar. Passaram 4 dias e a manicure ainda está decente mas em algumas partes já lascou. O bom é que dura sim mais que vernizes habituais. Mas não tanto do que os profissionais. O bom é que por ser só uma ou outra unha da para remediar rapidamente em casa se quisermos. Ou então mudar a cor e fazer a manicure numa altura Boa para nós. Nada se vai assemelhar ao que estava habituada...Mas é mais barato após investimento inicial de cores. E posso retocar se precisar, por exemplo uma unha que o verniz lascou a meio da semana.

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Review do documentário "The beginning of life"

Com o tempo livre que eu tenho, o meu melhor amigo neste momento é sem dúvida o Netflix. Vejo vários episódios por dia, séries e documentários. 

Hoje vi o documentário "The beginning of Life" da realizadora Estela Renner. Ao contrário do que se possa pensar não é um banal documentário sobre o inicio da vida, ou da gravidez. É um documentário sobre a parentalidade, sobre o papel fundamental da mãe, mas também do papel da pai. De o casal ser parceiro na educação dos filhos, e não ser só a mãe a cuidadora de afectos e de educação. 

Fala que nos tempos modernos estamos a perder o sentido de comunidade, tão vital ao desenvolvimento de empatia e sociedade para os nossos filhos, que os seus anos vitais de aprendizagem começam logo em bebés e terminam bem perto dos 3 a 5 anos. E realmente é verdade, em África existe um ditado "para criar uma criança é preciso uma aldeia." E nos tempos modernos perdemos isso, quem realmente pede ajuda a amigos ou a vizinhos quando precisa de descansar, sair para ir às compras urgentemente mas o filho esta doente, quem de facto hoje em dia pede até qualquer coisa ao seu vizinho. Um simples copo de farinha?! Pois quanto mais pedir para irem às compras por nós ou ficar de olho no nosso filho enquanto temos de ir a farmácia. 

Antes às famílias viviam em comunidade, eu lembro-me de passar a minha infância em casa dos vizinhos. Como tinha avós longe, os idosos que viviam em frente a minha casa eram como uns avós para mim. Não me lembro do nome dela, mas lembro-me do seu caldo verde e pão com chouriço e de comer a beira do lareira acesa como antigamente. 

Olhando para a vida da minha filha, pouco sentido de comunidade lhe dou. Sim quando preciso tenho os meus pais, ou a minha sogra desde que se reformou. Mas isso é a família nuclear, onde fica o apoio e a entre ajuda em comunidade. 

O documentário fala também na responsabilização por negligencia dos pais perante os filhos, mas para os especialistas quem falha é a família (pai, mãe e avós), são os vizinhos (deviam de saber o que se passa, ajudar no que podiam) e depois toda a comunidade e humanidade. 

A primeira infância para estes especialistas é o que constrói o carácter do futuro cidadão. Se falharmos para com ele, ele irá falhar no seu futuro. 

Não é preciso jogos caros, brinquedos caros, casas caras, roupas caras.... o fundamental é o amor e o ensinamento que os pais lhes podem dar. Um governo que não aposte na parentalidade, e em dar tempo de qualidade e quantidade a raiz da sua sociedade não pode esperar um futuro brilhante. 

Não é só ensinar a ler e a escrever, um ser humano educado sem amor, sem empatia.... sem brincadeira um ambiente seguro, não será um adulto de sucesso, logo não poderá contribuir de boa forma para a sociedade. E mais uma vez um adulto de sucesso não é aquele que ganha mais, mas talvez o que que tenha mais empatia, ajude mais a sociedade e passe para o seus descendentes a importância de todos os seres vivos. 

Como aprendi no documentário, já repararam que as crianças até a uma certa idade tem uma empatia natural com tudo o que habita o planeta, até com uma pedra?! É essa empatia que perdemos com o mundo moderno. 

Review - too faced born this way

Hoje experimentei esta base tão bem falada no youtube, é a "born this way" da Too faced, marca que não testa em animais. 

Como já disse anteriormente pedi uma amostra na sephora e recebi um boião com base para experimentar do tom adequado ao meu. 

Esta base tem mixed review's para pessoas que tem pele oleosa ou com tendência a oleosidade, apesar de não ser uma base mate, como é livre de óleo muitas pessoas usam-na com bons resultados. 

A marca promete uma pele perfeita "born this way" sem pesar. De facto a base não pesa e isso faz com que todas as pessoas que a experimentem sintam logo vontade de a ir comprar. Parece que não usamos nada ao contrário de outras bases de cobertura idêntica. 

Contudo se eu comparar a minha base mate da Mary Kay que usei para o casamento com beautyblender, com a base "born this way" aplicada do mesmo modo. Posso dizer que a da Mary Kay se manteve mate durante muito mais tempo, graças a esponja, e a da Too faced, logo pela hora de almoço senti algum brilho saudável na pele, nada de exagerado. Mas que tive de tirar o excesso com uma toalhita própria para a maquilhagem. 

Por isso acho que não vou adquirir esta base, mas recomendo que a testem primeiro, porque só a cobertura com o felling de não ter nada na cara, não tem comparação possível. 

 

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A minha pele sem base, como podem ver as manchas vermelhas são um grande problema para mim

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 Com a base posta, a cobertura é bom para mim pena a pele não ficar mate durante o dia

Dermablend vichy 3d review

Ora como ficou prometido vou falar da base Dermablend Vichy 3D, uma base que para além de disfarçar imperfeições com o uso minimiza as mesmas. 

Pedi a Vichy uma amostra, preenchi um formulário e enviaram produtos para o cuidado do rosto que eu amei e a base. 

A base é uma base de alta cobertura, portanto não nós dá um aspecto natural, mas não sentimos o rosto pesado e peganhento. A cobertura é máxima, mas só usaria a mesma para ocasiões especiais e não para o dia-a-dia. Tem uma textura muito grossa mesmo. 

Fiquei reticente em adquirir a base, mas o corrector da mesma gama pareceu-me mais adequado a mim, e depois colocaria a minha base normal mais fluida. 

Contudo fiquei de pé atrás porque tudo indicava que a Vichy por pertencer a Loreal seria uma marca que testava em animais. Exigi explicações e enviaram-me as mesmas, desde 1989 que a Loreal já não pratica testes em animais, contudo na China e sempre na China a entidade reguladora realiza testes dos seus produtos finais, facto a que eles são alheios, pois é mesmo os chineses que praticam em laboratórios independentes. A única forma seria mesmo deixarem de vender para o mercado chinês, mas tal como a Mary Kay e demais vendem com a desculpa que estão a trabalhar em conjunto para mudar a política reguladora da china. 

 

Por isso apesar de ter adorado os produtos do rosto deles, vou optar quando acabar os meus produtos da Mary Kay, por usar marcas que nem sequer comercializam para a China. Se os Chineses gostam de ser atrasados em comparação com o resto do mundo, força.... mas como consequência não poderiam ter nenhum produto feito na UE e EUA. 

 

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 A primeira foto foi as amostras que enviaram, a segunda foto é antes da base e a última é com uma camada apenas da base.

Como podem ver, boa é ela mesmo pena a cena do mercado Chines