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Special Things by Me

Um blog sobre ser mãe, mulher e esposa. Um blog sobre os desafios da maternidade, sobre alimentação especial, um blog sobre tudo e sobre nada.

Special Things by Me

Um blog sobre ser mãe, mulher e esposa. Um blog sobre os desafios da maternidade, sobre alimentação especial, um blog sobre tudo e sobre nada.

Sestas

Ai quem foi o estúpido que aboliu as sestas?! Sério sempre desejei viver na Espanha, só por causa delas... mas agora também já não as tem. Mas que falta me fazia dormir um pouco, só de pensar na minha M que está a dormir um sono bom a pelo menos duas horas, faz-me chorar. 

Se a coisa que fazia diariamente nas férias era dormir uma sesta, antes de a ter dormia até tarde aos fins de semana e não dormia a sesta, mas agora sinto a falta dela também ao fim de semana, porque ela geralmente acorda as 5 ou 6 da manhã... mas depois olho para o resto da casa e penso, bolas não nasci rica e viro gata borralheira. 

 

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Estão a ver aqui a imagem roubada do google, se eu mandasse isto ao chefe e pedi-se 1h 30 de almoço ele dava-me certo, 30 min para almoçar e uma hora para repor o sono em beleza... claro. 

 

Não é só as mulheres que sofrem com um nascimento de um filho

Muito se fala na depressão pós parto das mulheres, ou talvez nem se fale assim tanto, porque todas as mulheres passam por uma fase de adaptação ao bebé, que se não for bem gerido pode originar um problema grave e que deve de ser tratado como tal. 

Mas geralmente todas as mães sentem-se e agora o que faço, o que fiz, porque não sinto aquele amor imenso por ela ou ele? Ou sinto tanto amor por ele ou ela que me anulo. 

Eu própria sofria do baby blues, lembro de passar praticamente as primeiras semanas a chorar, porque ela não mamava como devia, porque eu idealizei que iria dar mama, porque me sentia falhada como mulher e mãe porque ela não aumentava de peso e mesmo recorrendo a ajuda e todos me diziam que ela fazia uma boa pega, ela não puxava o leite, adormecia e ficava ali a fazer chucha... e claro que depois tinha fome e chorava ou então não chorava porque era muito dorminhoca. Enfim um rol de emoções.... Lembro-me também de um dia estar tão cansada e ela sempre a choramingar... e eu a abanar o carrinho gritar mas porque que tu não te calas... e ela chorar mais alto e eu pegar nela a chorar também e perceber ai nesse momento como é que existem mães que abanam tanto os filhos que lhes causam problemas... É um misto de cansaço e deprivação de sono, acordar sempre de 3 em 3 horas com um despertador para lhe acordar e dar de mamar, porque ela comia pouco e a médica assim mandou... leva qualquer um a loucura. Por isso é que se diz que para criar um filho é preciso uma Aldeia, sim é preciso ajuda e é preciso saber pedir ajuda e não ter vergonha nenhuma de ter a casa num caos, o mais importante é dormir sempre que o bebé dorme ou quase sempre, para não ajudar ao caos hormonal em que estamos.

Mas nisto ninguém fala no homem, o homem o que sente?! A gravidez é algo de estranho, o bebé é uma imagem a preto e branco para eles... não o sentem, não criam laços com o bebé quando este ainda está na barriga, e se quando ele sair cá para fora, ele não sentir nada a não ser um medo de perder a mulher para o bebé ou pior ter de ficar sozinho com o bebé e não saber cuidar dele?!

 

Aqui fica a foto reportagem de um pai relutante e da sua história e de como os primeiros meses da vida da sua filha ele se sentiu mal, sentiu que a sua vida tinha sido roubada por um alien que não conseguia relacionar com... sim é chocante de ler, mas se ele assim se sentiu, muitos homens o sentem, apenas este teve a coragem de o dizer. Sim porque é preciso muita coragem para dizer que sim já sentimos perdidos, já sentimos "no que nos fomos meter" várias vezes quando estamos exaustos e cansados e o bebé tem cólicas, ou não para de chorar ou acorda as 2 da manhã e não dorme mais e temos de ir trabalhar com 2 horas de sono... 

Já todos nos sentimos assim a diferença é que uns dizem a verdade outros pintam a maternidade e paternidade como um mar de rosas. 

Sabores de infância

A minha querida irmã V trouxe consigo um sabor de infância, os cereais Lucky Charms, existiu brevemente em Portugal, mas eu adorava-os. 

No país onde ela estava estes existiam ela fez pirraça pelo viber do que comia ao pequeno almoço e eu pedinchei que me trouxesse na bagagem.

Posso dizer que foi um fim de semana, a comer taças atrás de taças disto, a minha mãe já nos perguntava aos 4 se não íamos comer outra coisa no fim de semana. Sim 4 porque eu e a minha irmã e cunhado já conhecíamos da nossa velha infância, mas o meu B não sabia da existência disto e assim que provou juntou-se ao grupo. 

Agora já sei onde se vendem cá em Portugal e é a minha loja de perdição, produtos da África do Sul e outros que devem de ser importados dos EUA. 

 

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Lembram-se deles ou nem por isso?

Review's de livros

O que li nestas férias meus amores, pois bem li dois livros que já queria ter lido a imenso tempo. Eu fã assumida da J.K. Rowling fiquei super contente quando ela editou um livro que foi o The Casual Vacancy, apesar de ter gostado do livro fiquei decepcionada, pois não transmite aquela magia de ter de ler um livro em 2 dias ou menos. 

Sabem aquela sensação de nos esquecer que o mundo exige e olhar para o relógio e ser tipo umas 4 da manhã e ainda estarmos a ler, pois era assim que me sentia sempre que lia Harry Potter e claro que outros livros já conseguiram essa proeza. 

Pois então fiquei super contente quando foi revelado que ela escrevia sob um pseudónimo, a ideia dela seria ver qual a reacção das pessoas e dos editores e críticos a um livro de um autor completamente desconhecido, e teve muito boas críticas ao ponto revelarem após algum tempo que era ela a autora sob pseudónimo. 

Eu demorei a comprar mas comprei e só li nas férias para o caso de acontecer aquilo que transmiti ali em cima, de facto aconteceu sim mas pelo mistério que envolve um crime, mas existem partes muito difíceis de ler e de entender, atenção só li em inglês, mas que muitas criticas da amazoon revelam o mesmo... que entre diálogos existem muitas partes descritivas que fazem perder um pouco o fio a meada e ao raciocínio de um crime. Depois no primeiro the cuckoo's calling, senti que houve ali umas partes não explicadas, por exemplo ela dá ênfase a umas luvas pretas em casa de um suspeito...e no final o crime é cometido por outra pessoa que não estávamos a espera (eu até tava) e menciona as luvas pretas que este usava... mas lá esta como é que umas luvas em casa de uma pessoa fazem o detective associar as mesmas a outra pessoa?! A minha teoria é de que este viu que o estilista famoso tinha criado umas luvas que ainda não tinham saído para o mercado e que estava no apartamento do suspeito, mas o criminoso roubou a outra pessoa porque o estilista também as deu... mas lá está são pontas soltas que temos de ir rebuscando. 

 

Gostei mais então do segundo livro como digo, the silkworm, nota-se que evoluiu no campo dos crimes/ mistérios, mas lá está deixou uma ponta solta que não explica e eu já li o final 3 vezes... o detective pede um favor a assistente e a um amigo, presumimos que são trabalhos diferentes, quando o amigo finalmente consegue a suposta prova e diz ao detective que pode ir buscar a prova no dia seguinte... a assistente fica ok eu amanhã consigo a minha... fazendo referência a algo que ele tinha lhe pedido e ele responde que não é uma competição para ela ter cuidado. 

No final revelam o que a assistente fez e conseguiu, mas não revela o que raio é que o tal amigo fez e que custou tantos dias a conseguir. 

 

Estas pequenas falhas eu esperava de alguém com menos treino que ela, que nunca deixou nada ao acaso no Harry Potter, e aliás nota-se a sua experiência porque ao escrever o segundo ela refere vários aspectos e pequenos detalhes do primeiro livro, que só quem leu um atrás do outro é que repara... E depois com o entusiasmo de chegar ao climax do livro deixa pontas soltas... epa isto irrita solenemente e só por isso não consigo dar 5 estrelas a estes dois livros. 

 

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Eu já fiz isto

No destaque hoje do sapo, encontrei este post, sobre alguém que se despediu do seu emprego que o estava a tornar infeliz. 

 

Eu também o fiz, e também o fiz numa altura que era eu que me sustentava a mim própria e sem ajudas. 

Lembro-me de sair da faculdade e de não arranjar emprego (arranjei um primeiro emprego que durou 3 meses e que me abriu as portas a realidade de ser delegado de informação médica) lembro-me de ir para um call center fazer o turno das 3h as 24h, foi duro, mas foi bom... era boa no que fazia, gostavam de mim.

Era apoio ao cliente e sim fui maltratada por clientes mas nunca pelo patrão. Quando fui embora supostamente para ir trabalhar na área de delegada de informação médica, o meu chefe ficou triste, sentou-se ao meu lado e perguntou porque ia... eu disse porque é algo mais próximo da minha área e é em Lx onde eu quero trabalhar, ele aceitou e disse que tinha pena mas se era algo melhor para mim que aceitava, só não aceitava que eu fosse embora por algum problema com o trabalho. 

Eu deveria de desconfiar, fui contratada para uma empresa como estágio profissional subsidiado, ou seja temos uma bolsa durante 9 meses em que o patrão pagava o ordenado mínimo e o outro ordenado mínimo era pago pelo centro de emprego. Ajudas de custo não haviam, não éramos pagos por km percorridos, ou melhor era dado no final dos 9 meses esse valor. Parecia muito bom, podia sair quando queria. 

Mas eu devia de ter desconfiado, na entrevista de emprego, o patrão vez-me chorar e eu devia de ter desconfiado que não queria aquilo. Atenção ele simplesmente disse parece-me uma rapariga muito triste, o que se está a passar com a sua vida... e eu chorei como nunca tinha chorado por 1 ano de sofrimento, 2008 foi o ano que o meu pai ficou doente e o ano em que ele sobreviveu... e na altura ainda não estava fora de perigo de vida... e eu que tinha sido um rochedo para a minha mãe...não tinha encontrado emprego na área para a qual estudei, desmanchei-me a chorar porque o patrão meteu-se onde não devia....

Ele contratou-me, o que eu não estava a espera era de em primeiro lugar só darem formação em venda e não sobre o produto que iria tentar vender. Depois o patrão sempre que me via, tentar ser meu pai e dar-me sermões de que tinha de reagir, que a família é importante mas a minha vida vale mais... 

Descobri que me contratou porque coloquei no questionário de emprego a resposta a pergunta - "Como vê o seu chefe/ patrão?" e eu respondi " Como um pai, que podemos confiar com os nossos problemas e esperar formação e apoio para crescer mas também saber ouvir os seus raspanetes quando fazemos algo errado."

Como viram eu não estava bem da cabeça lol, olhando em retrospectiva esta deprimida, a viver em casa dos meus pais e a prestar apoio a minha mãe, quando na realidade eu queria era viver em Lx com o meu namorado... com a a culpa de ir para Lx porque sentia que ia deixar o barco todo para a minha irmã mais velha e a minha mãe sem o meu apoio. 

O Patrão bem intencionado (até acredito) aproveitava toda e qualquer oportunidade para falar comigo e tentar fazer papel de pai, mas atenção não era só comigo que ele fazia este jogo, ele adorava chamar os funcionários e perguntar sei que anda mais em baixo o que se passa.. e um não se passa nada... não lhe chegava, ficavamos uma hora no gabinete dele a tentar sair de lá.

 

Eu ia substituir uma colega que iria de licença de maternidade, colega que não me deu formação e qualquer tipo de apoio, porque tinha medo e senti isso dela, de ser substituída... porque a intenção era eu ficar depois a ajuda-la porque a zona dela ia de Lx ao Algarve, quando a zona centro tinha uma pessoa e a Zona Norte tinha outra pessoa. Mas ela sentiu-se ameaçada, ela não me apresentou aos contactos dela ou melhor apresentou mas apenas a 1 semana de ir embora e do tipo aqui esta a minha agenda com algumas marcações que tens de fazer no próximo mês... não sabia nada de nada, nem o que tinha ela falado com o cliente, que clientes tinha ela fieis, que problemas tinha e onde os tinha... e que locais ela já tinha ido e lhe tinham fechado a porta... nem aqueles truques da área do tipo neste hospital entras por aqui e vais directo aqui... nada... 

No primeiro dia que fiquei sozinha fui a Estefânia, e fiquei ali feita parva a porta sem saber o que fazer, se na primeira empresa que tive, tive imenso apoio, aqui não tive nada... fui para casa... já andava a chorar todos os fins de semana com a perspectiva de voltar a trabalhar... 

Lembro-me de falar com o meu pai, o problema dele de saúde tinha sido resolvido, e ele mudou o modo como encarava a vida... E eu disse que não gostava de onde estava, que queria voltar a um call center, que já tinha visto n anuncios e que facilmente arranjava emprego... o meu pai disse o dinheiro não é tudo na vida, se vês que consegues arranjar emprego e que não te arrependas.... e que te consegues sustentar vai em frente. Mandei 5 CV e fui contactada logo no dia seguinte para ir a 2 entrevistas... aparentemente ter estado 3 ou 4 meses num call center da ZON na linha de apoio ao cliente é o mesmo que ter estado na guerra e todos te querem (isto em 2008).

Uma da área da banca e outra da área de call center que pelo que vi era tão calmo mas tão calmo que iria gostar de lá trabalhar... E disse que sim, e nesse dia ligo ao Patrão... que me andava a ligar diariamente a saber onde eu andava... e se já tinha conseguido resultados... e eu digo desculpe vou me embora... e ele como vai se embora... vou arranjei emprego... emprego onde se a sua área está na hora da morte, está a me enganar... e eu respondi desculpe mas não estou e é o que dá fazer contractos para receber apoios do estado, algum dia o tiro sai-lhe pela culatra. (até porque vim a saber que era política da empresa, ficar com as pessoas após os 9 meses de estágio profissional subsidiados, mas apenas um contracto a receber metade do que eram pagos, assim se houvesse fiscalização podiam sempre dizer que os contratavam). 

O alívio que senti, bem foi como se o mundo tivesse saído das minhas costas... respirei de alívio, fiquei feliz, ia ganhar muito menos, mas podia ir de metro, não era exigido de mim o impossível, sentia-me segura no que fazia. 

Também lá fiquei pouco tempo, consegui emprego na área que estou, num projecto a recibos verdes e por tempo indeterminado mas eu arrisquei... e gostei e depois sai para ir apoiar a minha família, mas voltei-me a anular e a ficar deprimida e só me caiu a ficha quando alguém me disse que o meu pai tinha desabafado com eles a dizer que tinha pedido demais da filha dele e que me tinha anulado, que já não via o meu sorriso. E do nada passado uns dias recebo uma chamada do hospital onde tive a querer me contratar e a ficar comigo.. e voltei a sentir-me eu de novo.... 

E cá continuo... nesta área, tem dias maus e dias bons... mas nunca me voltei a sentir como me sentia... acho que nunca devemos de trabalhar num local que nos deixa a chorar todos os dias, onde sentimos pânico porque é segunda-feira. 

Sei perfeitamente que temos contas para pagar e que ninguém vive do ar... mas devemos de arriscar sempre... mesmo que para isso tenhamos de fazer uma ginástica olímpica com as contas ou mudar o estilo de vida... mas a vida é curta demais para ser vivida em pânico ou com uma depressão em cima. 

 

E por este motivo é que sou tão grata a minha antiga chefe, que teria ido com ela para qualquer lado, bastava ela me ter pedido. Foi ela que me chamou, foi ela que pediu o CV a mim e a mais 3 amigas, porque queria dar a oportunidade a uma de nós, porque sabia que era díficil arranjar emprego estável nos dias de hoje e que ela tinha essa capacidade, só não sabia quanto tempo ia demorar... sim demorou alguns meses, mas ela conseguiu e as minhas colegas recusaram o emprego e eu não recusei. E depois foi a melhor Chefe que tive até aos dias de hoje.

Completa a frase...

 

 A Catarina dos 4reizinhos desafiou-me a completar as seguintes frases, e eu aceitei porque é segunda de manhã e o tico e teco ainda não acordaram para dar origem a algum post. 

 

Sou muito mau feitio, sim tenho mau feitio ou uma personalidade muito vincada e forte... não é qualquer pessoa que consegue quebrar a barreira e ser digno do meu lado mais calmo eheh... E dificilmente me esqueço de algo que me tenham feito. 

 

Não suporto crueldade para com animais e crianças. 

 

Já me zanguei e zango várias vezes com o mundo, como é possível que a alguns pareça que tudo caia do céu e não saibam o que é passar dificuldades ou desafios na vida e a outros tudo parece ter obstáculos. 

 

Quando era criança era extremamente tímida e insegura. 

 

Neste exacto momento escrevo o post ao som da rádio a tentar ganhar coragem para mais um dia de trabalho.

 

Morro de medo de ter uma doença que me vá matando lentamente e que me mostre o que estou a perder. 

 

Sempre gostei de bebés

 

Se pudesse tinha uma moradia, dois gatos, um cão, dois filhos, era maquilhadora e fotografa ou então tinha um creche. 

 

Adoro ler e comer chocolates e batatas fritas

 

Fico feliz com o sorriso da minha filha. 

 

Se pudesse voltar no tempo não tinha tirado a minha licenciatura

 

Quero viajar... para qualquer lado desde que seja ao teu lado 

 

Eu preciso do meu B e da minha filha e também de um prémio do euromilhões para ajudar na felicidade conjugal. 

 

Não nomeio ninguém não tenho coragem é Segunda de manhã....

A discriminação é só na política

Então as vozes de bloggers e afins só fim indignados com o Paulo Portas por ter se dirigido às mulheres num evento para mulheres, indicando que as mulheres sabem bem que tem de ter a casa organizada, as contas em dia, e que devem de cuidar dos mais novos e dos mais velhos. E que eram as mulheres de que ele estava orgulhoso porque foram elas quem mais sofreram com os cortes e com a crise. 

A quem o compara-se a Salazar devido a ironia de dar à mulher o trabalho do lar e de cuidar dos seus. 

Eu não interpretei assim a mensagem, porque eu sei que a grande maioria dos casos é a mulher que faz a casa, que sem ela sim os homens conseguiam também viver, mas qual não é o marido que fica sem a mulher uns dias e fica logo todo atrapalhado com o rol de tarefas para fazer?! E só se apercebe realmente do que as mulheres fazem no lar, mais filhos, mais trabalho... quando ela não está. 

Claro que a excepções nem todos os homens são assim, mas se falarmos da realidade do nosso país ainda é assim... 

Mas anda ai a circular um anuncio na rádio sobre o stress, ouve-se a voz da mulher que diz algo do género: "Entre a casa, o trabalho e os miúdos é muita coisa para gerir, mas eu estou bem, sem stress". Voz de homem - "Tenho um dia cheio de reuniões, mas eu estou bem, sem stress, dormi bem a noite". Voz de estudante - "Sim a escola já começou tenho muito que estudar, mas eu estou bem". 

 

O anúncio não está a letra, mas a mensagem é a que escrevi... e aqui gentinha que analisa tudo o que sai da boca das pessoas, não vêem o machismo, então o homem só tem de se preocupar com o trabalho e a mulher tem de lidar com tudo?! 

Vá comecem já a criticar esta publicidade e retirem-na da radio esfera por favor... é que se são contra os políticos e analisam tudo o que estes dizem, também tem de o fazer contra empresas que tentam vender a população algo para o stress e dizem que a mulher é que trata tudo do lar e que trabalha também.